quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Livre

Se eu tivesse mais alma pra dar
Eu daria, isso pra mim é viver...
(Djavan)

Decifre, entenda... Especule... De que adianta? Você muda conforme o mundo gira... Tudo muda... Transforma... Nada é a mesma coisa em segundos. Dance na vida; a essência dela está nas oscilações. Quantas palavras precisam ser usadas para demonstrar o que somos? Quantos gestos são necessários para mostrarmos o que pensamos? Depende. Lembrem-se- "tudo muda na dança da vida"... Mesmo aqueles que são entorpecidos. Quase mortos.

VIDA. Ao mesmo tempo em que é indecifrável, há um apelo modesto de “simplicidade”; tão transparente que se torna imperceptível. Elevar-se aos desafetos do ato de “complicar” geram raízes superficialmente fortes. Como sustentar uma existência com alicerces fracos?  Não há como apostar sem correr riscos... Você já correu?

Sabe o que mais... As suas crenças - repito indubitavelmente que está no ato de “se acreditar” a dose para a mudança. O tempo é um dançarino que nunca para... Os traços, os passos, os ritmos são definidos por nós.  Vamos aos compassos e descompassos; tentando acertar... Você se culpa?

Despir-se (ou vestir-se) de incertezas; suster e cuidar dos sonhos, sair das margens calmas do palpável. Saltar ao invisível é proveniente de uma sensibilidade intimamente tocante. Te toca? Se a resposta for sim; livre-se das amarras da culpabilidade.

Levarei da vida, nas bagagens imaginárias a certeza de ser um milhão de vezes mais importante, podermos recomeçar sempre que preciso for. Dançando, sorrindo, por horas agonizando em angústias; porém se entregando de corpo e alma ao enérgico (ou letárgico) e força onipotente do “AMOR”...

Vou dançando...

Na malícia do encantamento de ser feliz. Achas que é fácil? Pois bem, rebusco-me em todas as tentativas e seguramente afirmo que sim.
Alguma dúvida? 

Mayrles Emille

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