domingo, 12 de junho de 2011

Saber Amar


"DIA DOS NAMORADOS" 

Pensemos sobre o AMOR!

Posso começar com uma música da Maria Gadu, que fala "só resta a mim cantar o amor..."
Aos diversos tons, músicas, poemas, esculturas, pinturas...
Todos já expressaram; o AMOR.
Épocas e contextos diferentes; movemos-nos e nos questionamos sobre esta energia propulsora.

As formas por meio das quais os seres humanos experimentam o AMOR ao longo da vida são múltiplas.

Nós sentimos amor:
- Por aqueles que são mais novos e mais frágeis e a quem pudemos dar o melhor de nós mesmos.
- Aqueles que são mais velhos e deram o melhor de si mesmos.
- Pelos que são iguais e os parceiros com os quais crescemos.
- Devemos amar a “nós mesmos”.
Amar à Deus.

 Entre outros mil gestos que demonstram o amor. Constantes. Ciclos permanentes, intensidades desiguais.

Os poetas, os filósofos e o todo ser humano, cuja alma está viva, sempre falaram do amor.
No amor se tem visto o mais nobre e grande sentido que se possa dar à vida.

O amor é uma direção, que faz crescer e transformar.
Do intenso encontro de duas pessoas, do olhar febril, das mãos inquietas.
Do rosto que observa, que nota o que se passa com o outro, sem palavras.
Da dança, euforia, fusão.
De fazer o que gosta, sentir-se vivo, saber ser quem realmente é.
Da arte de perdoar, de esperar, de deixar o outro ser.
Da arte de exercer uma profissão.
De fazer o bem, ter virtudes e enaltecer os bons valores.
Sair do trilho; saber voltar.
Saber saltar, saber aterrissar.
Da porta que bate, do vento que sopra.
Do gosto, do tato, dos timbres e tímpanos. 
Do sol que brilha, da lua que enamora, das estrelas que sonham.
Do pudor, do prazer.
Do corpo, da alma.
Das dualidades.
Amor por saber, por entender que errar é preciso.
Sem descasos, com cuidados.
Eu sou o próximo, cada vez que tomo uma atitude.
Não egoísta, não rido.
Não imutável.
Ter uma chance antes de pular do muro.
Entender os sinais, mesmo quando são silenciosos.
E como não amar, se ele está em TUDO QUE FAZEMOS?

Mayrles Emille





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