sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Suno: Marca de moda consciente

A atenção de famosas e fashionistas se voltam para a mais nova e autêntica marca SUNO, que surgiu em 2008 e suas peças vem direto das fábricas do Quénia (país da África oriental, cuja capital é Nairóbi). 


Um pouco da história SUNO




Max Orsteweis, ex-diretor e roteirista, depois de anos viajando para o Quênia, se apaixonou pela beleza das kangas e resolveu levar algo positivo do país, então ele começou a criar uma coleção de peças únicas. Anos depois, em mais uma de suas viagens pelo Quênia, Max ficou impressionado com o tumulto político no país, e resolveu atrair empregos para as fábricas locais da cidade. Com essa ideia, colocou em uso a sua coleção de kangas quenianas, juntou-se a estilista Erin Beatty para criar a marca.
As peças da SUNO são produzidas quase exclusivamente nas fábricas do Quênia. A inspiração das primeiras coleções vieram das kangas: muitas cores, estampas vibrantes misturadas, calças estilo harem e saias bem curtinhas. São peças maravilhosas e únicas que estão dando o que falar no mundo fashionista, não só pelo visual das roupas mas pela sua inspiração e fabricação. O objetivo da marca é formar uma estrutura para a produção de peças de alta-costura no país. Max espera que outros estilistas começem a produzir suas peças não só no Quênia, mas em outros países africanos.
A marca virou sucesso absoluto quando Michelle Obama usou duas peças da marca. Depois disso, várias celebridades aderiram a marca, como Rihanna e Kate Bosworth. Algumas peças ainda foram vistas nas meninas da Upper East Side, que gravavam as cenas para a próxima temporada de Gossip Girl.                            [postado pelo blog 2primas]





Quem usa:

 Whitney Port

   Blake Lively


 Michele Willians

 Michelle Obama

 Rihanna

Eu adoro esta combinação de estampas, que se complementam e este festival de cores vibrantes e harmoniosas, que enaltacem qualquer look. Lindo! Lindo! Lindo!
Não sei descrever; mas realmente eu fiquei "apaixonada" por esta marca, que aliás em tempos de uma moda tão consumista e que as pessoas gastam fortunas com peças, é bom ver que há caminhos onde a trajetória é social e consciente.




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